Acne
A acne nasce no folículo pilossebáceo, dentro da derme: excesso de sebo, obstrução e inflamação acontecem abaixo do que se enxerga.
Saiba maisQueixas
Cada queixa já mostra aqui os tratamentos que chegam até ela. Clique para entender em que camada da pele o seu caso nasce.
A acne nasce no folículo pilossebáceo, dentro da derme: excesso de sebo, obstrução e inflamação acontecem abaixo do que se enxerga.
Saiba mais
Uma lesão suspeita percorre um caminho: dermatoscopia, biópsia quando indicada e remoção com margem.
Saiba mais
O folículo não morre de uma vez: ele afina a cada ciclo até produzir um fio que não se vê.
Saiba mais
Contorno é sustentação: depende de volume na derme profunda e de tensão nas camadas de baixo.
Saiba mais
São vasos dilatados na derme papilar somados a uma inflamação crônica.
Saiba mais
As lesões benignas mais comuns depois dos 40: pequenas pelancas no pescoço e nas axilas.
Saiba mais
Queda difusa e súbita, meses depois de um evento, parto, cirurgia, dieta, doença ou estresse intenso.
Saiba mais
Inflamação na saída do folículo, com pápulas doloridas e coceira.
Saiba mais
O melanócito, na base da epiderme, para de produzir pigmento.
Saiba mais
Anos de sol acumulados na epiderme e na derme superficial: mancha, textura irregular, vaso aparente e perda de uniformidade.
Saiba mais
Unha que muda de cor, espessura ou formato pode ser fungo, trauma, doença de pele ou sinal de algo sistêmico.
Saiba mais
Camada única e bem delimitada: o tecido adiposo.
Saiba mais
O vírus se instala na epiderme e faz a pele crescer de forma desorganizada.
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O pigmento foi depositado na derme por agulha e ficou lá.
Saiba mais
A cicatrização não sabe parar: o colágeno continua sendo produzido depois que a ferida já fechou.
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Rugas dinâmicas vêm do músculo que dobra a pele.
Saiba mais
O pigmento pode estar na epiderme, na derme, ou nas duas, e é isso que define se responde rápido ou exige protocolo longo.
Saiba mais
O sistema imune ataca o folículo e o cabelo cai em áreas circunscritas.
Saiba mais
Volume perdido é estrutura ausente: gordura profunda e osso que recuaram com os anos.
Saiba mais
A epiderme se renova rápido demais e a derme inflama junto.
Saiba mais
A barreira da epiderme não retém água e deixa entrar o que deveria barrar.
Saiba mais
Inflamação com fungo envolvido, nas camadas mais superficiais do couro cabeludo e da face.
Saiba mais
A cicatriz é uma falha de arquitetura na derme, não uma mancha na superfície.
Saiba mais
O fungo vive na camada mais externa da pele e na lâmina da unha, onde o creme não alcança bem e onde ele encontra abrigo por meses.
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O músculo masseter trabalha demais e endurece: gera dor, desgasta o dente e alarga o contorno inferior do rosto.
Saiba mais
Firmeza de glúteo depende de colágeno na derme profunda, não de volume.
Saiba mais
É a marca do sol acumulado na epiderme e uma lesão pré-cancerígena: tratar hoje é impedir que ela vire um carcinoma amanhã.
Saiba mais
Perda de tônus, ressecamento e desconforto têm origem na mucosa e na derme abaixo dela.
Saiba mais
O folículo vive na derme.
Saiba mais
A flacidez não nasce na pele: nasce na derme profunda, onde o colágeno rareia, e no SMAS, que perde tensão.
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Duas faces do mesmo sol: a mancha escura no dorso das mãos e a mancha branca nas pernas.
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São nódulos benignos que crescem abaixo da pele: o cisto no folículo, o lipoma no tecido gorduroso.
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Aqui a inflamação destrói o folículo e o substitui por fibrose.
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Podem ser vasculares, pigmentares ou de perda de volume, e cada origem está numa camada diferente.
Saiba mais
O brilho da pele se decide nas camadas mais altas, onde a luz reflete.
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Textura é assunto de superfície: epiderme e derme papilar.
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Placas que aparecem e somem em horas, causadas por liberação de histamina na derme superficial.
Saiba mais
Mesma origem da flacidez facial, em área muito maior: derme que perdeu densidade sobre tecido adiposo.
Saiba mais
A glândula sudorípara fica na derme profunda e responde a um estímulo nervoso.
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Estria é ruptura de fibras na derme, uma cicatriz, não uma mancha.
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Infecção viral superficial, muito comum em crianças.
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O alvo é o bulbo, na base do folículo, a até quatro milímetros da superfície.
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A glândula sebácea fica na derme, mas o excesso aparece na superfície.
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A acne nasce no folículo pilossebáceo, dentro da derme: excesso de sebo, obstrução e inflamação acontecem abaixo do que se enxerga.
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As lesões benignas mais comuns depois dos 40: pequenas pelancas no pescoço e nas axilas.
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O folículo não morre de uma vez: ele afina a cada ciclo até produzir um fio que não se vê.
Saiba mais
O sistema imune ataca o folículo e o cabelo cai em áreas circunscritas.
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Aqui a inflamação destrói o folículo e o substitui por fibrose.
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O músculo masseter trabalha demais e endurece: gera dor, desgasta o dente e alarga o contorno inferior do rosto.
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Uma lesão suspeita percorre um caminho: dermatoscopia, biópsia quando indicada e remoção com margem.
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Inflamação com fungo envolvido, nas camadas mais superficiais do couro cabeludo e da face.
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É a marca do sol acumulado na epiderme e uma lesão pré-cancerígena: tratar hoje é impedir que ela vire um carcinoma amanhã.
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A cicatrização não sabe parar: o colágeno continua sendo produzido depois que a ferida já fechou.
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A cicatriz é uma falha de arquitetura na derme, não uma mancha na superfície.
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São nódulos benignos que crescem abaixo da pele: o cisto no folículo, o lipoma no tecido gorduroso.
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Firmeza de glúteo depende de colágeno na derme profunda, não de volume.
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Contorno é sustentação: depende de volume na derme profunda e de tensão nas camadas de baixo.
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A barreira da epiderme não retém água e deixa entrar o que deveria barrar.
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Unha que muda de cor, espessura ou formato pode ser fungo, trauma, doença de pele ou sinal de algo sistêmico.
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Queda difusa e súbita, meses depois de um evento, parto, cirurgia, dieta, doença ou estresse intenso.
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Estria é ruptura de fibras na derme, uma cicatriz, não uma mancha.
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Mesma origem da flacidez facial, em área muito maior: derme que perdeu densidade sobre tecido adiposo.
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A flacidez não nasce na pele: nasce na derme profunda, onde o colágeno rareia, e no SMAS, que perde tensão.
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Inflamação na saída do folículo, com pápulas doloridas e coceira.
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Anos de sol acumulados na epiderme e na derme superficial: mancha, textura irregular, vaso aparente e perda de uniformidade.
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Camada única e bem delimitada: o tecido adiposo.
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Duas faces do mesmo sol: a mancha escura no dorso das mãos e a mancha branca nas pernas.
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O pigmento pode estar na epiderme, na derme, ou nas duas, e é isso que define se responde rápido ou exige protocolo longo.
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O fungo vive na camada mais externa da pele e na lâmina da unha, onde o creme não alcança bem e onde ele encontra abrigo por meses.
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Infecção viral superficial, muito comum em crianças.
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A glândula sebácea fica na derme, mas o excesso aparece na superfície.
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Podem ser vasculares, pigmentares ou de perda de volume, e cada origem está numa camada diferente.
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O alvo é o bulbo, na base do folículo, a até quatro milímetros da superfície.
Saiba mais
O brilho da pele se decide nas camadas mais altas, onde a luz reflete.
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Volume perdido é estrutura ausente: gordura profunda e osso que recuaram com os anos.
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Textura é assunto de superfície: epiderme e derme papilar.
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A epiderme se renova rápido demais e a derme inflama junto.
Saiba mais
O folículo vive na derme.
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O pigmento foi depositado na derme por agulha e ficou lá.
Saiba mais
São vasos dilatados na derme papilar somados a uma inflamação crônica.
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Rugas dinâmicas vêm do músculo que dobra a pele.
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Perda de tônus, ressecamento e desconforto têm origem na mucosa e na derme abaixo dela.
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A glândula sudorípara fica na derme profunda e responde a um estímulo nervoso.
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Placas que aparecem e somem em horas, causadas por liberação de histamina na derme superficial.
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O vírus se instala na epiderme e faz a pele crescer de forma desorganizada.
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O melanócito, na base da epiderme, para de produzir pigmento.
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